segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Biosfera / Ecosfera

[16] Estudo britânico mostra que aumento de temperatura de quatro graus pode acontecer já em 2060. Um estudo encomendado pelo Governo britânico mostra que as alterações climáticas podem provocar um aumento de temperatura média mundial de quatro graus célsius já em 2060.
[15] Um ano recheado de achados naturais. Foi graças ao Google Earth que um grupo de cientistas descobriu uma área inacessível ao homem em Moçambique. Organizou-se uma expedição e nela encontraram
novas espécies de borboletas e cobras, assim como sete aves ameaçadas.

[14] 850 espécies descobertas no subsolo da austrália. Cientistas do Centro de Biodiversidade e Biologia Evolutiva da Universidade de Adelaide investigaram grutas e águas subterrâneas da Austrália nos últimos
quatro anos e encontraram centenas de peixes, crustáceos, aranhas e insectos desconhecidos.

[13] Descobertas 163 novas espécies na Ásia. Investigadores descobriram no rio Mekong mais de 150 animais e plantas até agora desconhecidos. Conservação dos 'habitats' preocupa especialistas.
[12] Altura das árvores explica pescoço grande das girafas. O acesso aos alimentos, neste caso às folhas das árvores altas, determinou esta característica na espécie.
[11] Mitos do caçador do mar. São dos animais mais temidos pelo homem e estão envoltos em lendas e relatos exagerados pela ficção e cinema. Na verdade, são poucas as espécies agressivas. Pelo contrário, muitas estão hoje em risco de sobrevivência devido à sobrepesca.
[10] Portugal é mau a tratar clorofluorcarbonetos. A Quercus considerou hoje que Portugal tem "um mau desempenho" na recuperação e tratamento dos clorofluorcarbonetos (CFC), que existem nos frigoríficos, arcas congeladoras e aparelhos de ar condicionado.
[9]
Carros vendidos no País são menos poluentes da Europa. Os carros novos vendidos em Portugal são, pelo terceiro ano consecutivo, os menos poluidores da União Europeia, segundo um relatório hoje divulgado pelos ambientalistas da Quercus.
[8] Cientistas vão saber como evoluiu a ilha do Pico. Os cientistas internacionais que se encontram no Pico para estudar a forma como a actividade tectónica e vulcânica pode influir nas previsões de erupções vão conhecer terça-feira como foi formada esta ilha dos Açores.
[7] Clima abre passagem mítica no árctico. Dois navios mercantes alemães conseguiram atravessar a perigosa 'passagem do Nordeste', junto à costa da Sibéria, tirando partido do preocupante degelo causado pelo aquecimento global.
[6] Governo quer ser emissor de "carbono neutro" em 2021. O Governo da Costa Rica apresentou um plano de acção que pretende converter o país até 2021 ao "carbono natural", nome que se dá às nações que eliminam tanto dióxido de carbono como o que emitem.
[5] Primeira central solar gigante para exportar electricidade nasce em Portugal. Um grupo de empresários portugueses está a estudar a construção de uma central solar gigante no Alentejo, de dois mil megawatts, destinada à exportação de electricidade verde para a Europa do Norte, e a criação de um novo cluster industrial no país, um investimento que poderá rondar os seis mil milhões de euros.
[4] Cientistas põem ratos paralisados a andar. A combinação de medicamentos com estímulos eléctricos e exercício regular conseguiu pôr ratinhos paralisados a andar novamente, depois de terem sofrido lesões na medula espinal (coluna).
[3] Alterações do clima ameaçam África. A África subsariana será a zona do planeta mais afectada, caso não seja possível travar as alterações climáticas.
[2] Erupções artificais são Plano B para o clima. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon esteve no Árctico e não tem dúvidas: caminhamos para o "abismo" e as alterações climáticas têm ser travadas. A África subsariana será a maior vítima.
[1] Glaciares perderam dois metros de espessura de 2005 a 2007. A tendência global de degelo dos glaciares tem novos números. No ano hidrológico de 2005/2006, os glaciares perderam uma espessura de 1,3 metros de água equivalente e de 0,7 metros no ano hidrológico de 2006/2007, segundo um estudo do Centro Mundial de Monitorização de Glaciares (WGMS, sigla em inglês).